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icone-calendario 10 de agosto de 2021

Agosto Verde: Como prevenir a leishmaniose no seu melhor amigo

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Se você tem um companheiro canino provavelmente já ouviu falar da leishmaniose. Esta zoonose, também conhecida como calazar, afeta tanto animais quanto humanos e não tem cura, mas pode ser prevenida e tratada.

O Agosto Verde foi pensado para trazer mais conscientização sobre a doença, que ainda é um dos principais motivos para o sacrifício de cachorros no Brasil. A prevenção é a melhor política e por isso, trouxemos neste artigo as principais maneiras de proteger o seu amigo.

Sintomas da leishmaniose

Um dos motivos que dificultam a identificação da leishmaniose é que muitos cães não apresentam sintomas a princípio e só um exame específico pode mostrar se ele está com a doença. 

Mesmo assim, o dono pode ficar atento a alguns sinais que vão aparecendo com o tempo, como:

  • Enfraquecimento do pelo;
  • Ferida no focinho, orelhas e região dos olhos;
  • Apatia;
  • Crescimento anormal das unhas;
  • Perda de peso, emagrecimento progressivo e anorexia;
  • Aumento do volume abdominal;
  • Paralisia dos membros.

Caso o cachorro apresente algum desses sintomas, o ideal é levá-lo imediatamente ao veterinário para que seja feito o diagnóstico.

Tratamento em cães

A leishmaniose visceral canina é transmitida através da picada do mosquito-palha, presente em regiões quentes e úmidas. Depois que o cãozinho é picado, ele se torna um reservatório do protozoário Leishmania.

A transmissão para humanos acontece quando o mosquito pica o cachorro novamente e depois uma pessoa. Até o momento, a doença não tem cura, mas nos últimos anos foi encontrado o primeiro tratamento para a leishmaniose.

Em 2016, o medicamento Milteforan foi aprovado pelo Ministério da Agricultura para tratar cães infectados com a zoonose. A droga só pode ser usada por eles e ajuda a controlar o parasitismo, permitindo que o pet leve uma vida normal.

Prevenção da leishmaniose

Mesmo com os avanços no tratamento da doença, o ideal é realizar a prevenção para que o seu amigo não precise sofrer com os efeitos da leishmaniose visceral canina.

O primeiro passo é garantir que o seu lar esteja livre do mosquito. Para isso mantenha o ambiente sempre limpo e higienizado e também faça uso de repelentes no seu pet.

Outra dica é vacinar o seu amigo contra a leishmaniose. A vacina deve ser tomada em 3 doses com intervalo de 21 dias, com um reforço anual a partir da data da primeira imunização. Lembrando que tudo deve ser feito com acompanhamento veterinário.

Não deixe que o seu amigo fique à mercê da leishmaniose, compartilhe essa informação e ajude na conscientização de outros donos de pet. Vamos juntos espalhar a palavra do Agosto Verde.


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