Por serem mais calmos e independentes, muitas pessoas acham que os felinos não são chegados a brincadeiras como um cachorro, por exemplo. Mas você já experimentou oferecer ao seu pet brinquedos para gatos?

Fazer exercícios e gastar energia é essencial também para os gatinhos, assim eles se mantêm saudáveis e alegres. Para te ajudar na hora da brincadeira, nós separamos algumas dicas de brinquedos para o seu pet se esbaldar, confira só!

1. Arranhadores

Além de agradar o seu gatinho, esse brinquedo também dará um descanso para os móveis da casa. Assim que o bichano for conquistado pelo arranhador, ele terá um ótimo espaço para afiar as unhas e se divertir (e que não é o seu sofá!).

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2. Ratinho

Esses brinquedos para gatos foram feito para ativar o instinto de caçador do seu pet, que vai pensar no ratinho como uma presa real e correr atrás dele. É importante que o dono esteja presente para estimular a brincadeira até que ele pegue o jeito. 

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3. Varinha

Outro item que os bichanos adoram são varinhas com algum penduricalho na ponta, o intuito delas é o mesmo do ratinho: fazer com que o gato cace. Existem modelos com pompons, guizos, penas e é algo que você até mesmo pode fazer em casa.

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4. Bolinha

As bolinhas também são ótimas para fazer o gatinho correr atrás. Não que ele vá buscá-la para te entregar, como um cachorro, mas também será divertido ver o bichado caçar a bola pela casa, embaixo dos móveis e atrás de portas.

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5. Caça-petisco

Esse brinquedo tem a função tanto de entreter quanto de desacelerar a hora da comida para gatinhos que comem muito rápido. Nele é possível colocar o petisco preferido do seu pet e esperar que ele cace de um por um para poder se alimentar. 

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6. Coçador

A maioria dos gatinhos adora o afago e por isso você pode investir em um coçador para que ele tenha um lugar gostoso para se esfregar sempre que quiser. Você pode colocar o brinquedo em cantos de porta ou de mesas e ensinar o bichado a usá-lo para se coçar. 

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7. Brinquedos com catnip

Existem muitos brinquedos para gatos e bichinhos de pelúcia que já vem com um compartimento de catnip. Conhecida como erva de gato, ela pode ser usada para acalmar pets muito agitados e também estimulá-lo na hora da brincadeira.

Os 10 melhores brinquedos para gatos

8. Túnel 

Outro passatempo divertido para o seu gato é dar a ele um túnel em que possa brincar. Essa brincadeira pode ser unida com outras se você, por exemplo, colocar a bolinha preferida dele ou o ratinho dentro do brinquedo para que ele cace.

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9. Nichos

Gatos adoram cantos altos em que eles possam se esconder e melhor ainda se for bem lá no alto. Invista em nichos em que o seu gatinho possa escalar, também é possível colocar pontes entre eles e deixá-los mais atrativos.

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10. Casinha 

É possível também investir em uma casinha alta, com vários compartimentos, arranhadores e penduricalhos para que ele possa se divertir. Esse brinquedo pode ser feito com madeira, ou até uma versão mais simples de papelão.

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Uma dúvida muito comum entre os iniciantes em aquarismo é saber quais peixes podem conviver juntos no mesmo ambientes. Isso vai depender de fatores como o ph da água, alimentação e até o comportamento dos bichinhos.

No artigo de hoje vamos falar sobre todas essas características e te dar dicas de como escolher o grupo de peixes do seu aquário. Confira só!

Características do ecossistema

Antes de escolher os peixes, primeiro você precisa preparar o aquário certo? Com isso já é possível limitar quais pets vão poder viver naquele ambiente.

Condições da água

Os peixes em geral têm necessidades diferentes em relação a pH e temperatura da água. Existem espécies que precisam de um pH mais ácido ou mais alcalino, outras gostam de ambientes gelados ou então com clima quente, e, é claro, deve-se observar se elas são de água doce ou salgada.

Além disso, muitos desses peixes são sensíveis à alterações na água, o que demanda manutenção constante no aquário para que eles possam viver por mais tempo.

Tamanho do aquário

Outro fator importante é o espaço que os peixinhos terão à sua disposição. Um ambiente maior, com muitas plantas e acessórios cria barreiras visuais entre os pets, o que se torna útil quando falamos de espécies territorialistas. 

Não é indicado colocar peixes territorialistas em um aquário pequeno. Procure dar a eles um ambiente grande e com muitos acessórios, pois isso diminui a chance de brigas.  

Temperamento e comportamento

Como dissemos no tópico anterior, colocar peixes territorialistas em um ambiente pequeno pode gerar brigas. Prefira escolher peixes mais calmos e que tenham uma boa convivência juntos.

Observe também o comportamento dos animais antes de escolhê-los. Por exemplo, existem peixes que gostam de comer devagar, enquanto outros vão ser rápidos em engolir a ração, isso dificulta os cuidados diários com eles, já que um pode acabar ficando com fome. 

Espécies que vivem bem juntas

Algumas espécies já são conhecidas por conviverem bem com outros peixes em um aquário, vamos citar aqui algumas das principais:

  • Tetra neon: ágil, ativo e de ótima personalidade, é um peixe de cardume e se indica ter pelo menos 10 dele;
  • Mato grosso: peixe de rio e de cardume, precisa estar em um grupo de pelo menos 6 da sua espécie;
  • Peixe limpa-vidro: de personalidade tranquila, ele gosta de se alimentar das algas que crescem no aquário, deixando-o mais limpo;
  • Tanictis: pacífico e adaptável, é um peixe de cardume e precisa estar em um grupo de sete ou mais;
  • Acará bandeira: de comportamento calmo, ele deve ser criado com pelo menos mais 5 peixes.

Gostou das nossas dicas? Caso você ainda tenha dúvidas sobre quais peixes escolher para o seu aquário, venha até uma unidade Animale Petshop, teremos o maior prazer de te ajudar! 

Muitos donos acreditam que só é preciso levar o pet ao veterinário se ele estiver doente, mas na verdade esse profissional é essencial para manter a saúde dos animais de estimação em outros momentos também.

Para saber com que frequência e em que circunstâncias levar o seu pet ao veterinário continue a leitura. 

Quando ir ao veterinário?

Cada fase da vida do seu pet tem uma regularidade ideal de visitas ao veterinário, pois assim o médico pode verificar a saúde do animal, fazer a prevenção de doenças e passar os exames necessários. 

As recomendações para cada etapa são:

  • Filhotes (até os 6 meses): Por conta das vacinas e para acompanhar o crescimento do filhote é recomendado ir em consultas mensais. Nesse período o veterinário pode prescrever os cuidados básicos com o pet.
  • Adultos (a partir dos 7 meses): A partir dos 7 meses as consultas com o pet passam a ser anuais. Nelas o animal irá receber as vacinas de reforço e será feita uma avaliação clínica geral da sua saúde.
  • Idosos (a partir dos 7 ou 8 anos): Com 7 anos os animais de estimação já são considerados idosos e por isso vão precisar de consultas semestrais. Aqui o veterinário tem como fazer a avaliação e também passar alguns exames para ver como está a saúde do seu companheiro.

Check-ups, exames e vacinas

Durante as consultas com o veterinário é possível atestar a saúde do pet fazendo um check-up geral. Passar por esses exames físicos, e, se necessário, pelos laboratoriais, é essencial para prevenir doenças e garantir que o animal esteja saudável. 

Outro ponto importante são as vacinas, que precisam ser aplicadas com certa frequência e variam de acordo com a espécie. Aquelas mais recomendadas para cães e gatos são:

  • Cães: V10, que é tomada em três doses e precisa de reforço anual. A vacina contra a giardíase e gripe, que é dada aos dois meses, com um intervalo de 2 dias após a primeira dose. E a vacina antirrábica, que é anual e obrigatória.
  • Gatos: Quíntupla, ministrada nos primeiros quatro meses de vida em três doses e que precisa de reforço anual. E a vacina antirrábica, anual e obrigatória.

Doenças

Caso o veterinário identifique o sintoma de alguma doença no seu pet, ele imediatamente irá encaminhá-lo para realizar exames laboratoriais que atestem a complicação. Isso permite que o animal seja tratado com antecedência e possa ter qualidade de vida.

As doenças mais comuns que podem ser identificadas durante essas visitas ao veterinário são: 

  • Alergias, muitas vezes alimentares;
  • Artrites/artroses;
  • Cistite;
  • Doenças cardiovasculares;
  • Doenças endócrinas como hipotiroidismo (em cães), hipertiroidismo (em gatos) e diabetes;
  • Doenças periodontais;
  • Doenças renais, especialmente em gatos acima de 8 anos;
  • Obesidade;
  • Otite;
  • Vermes;
  • Câncer, principalmente animais acima de 8 anos e não castrados e gatos de vida livre;
  • Leishmaniose;
  • Doença do carrapato;
  • Insuficiência renal;
  • Intoxicação.

Seguindo essas orientações o seu pet com certeza terá uma vida mais saudável! Compartilhe essa informação e aguarde, em breve voltaremos com mais conteúdo sobre o mundo pet.

Um pet pertencente à família Spitz, o Samoieda é conhecido pelo seu companheirismo sem igual, animação e apego aos donos. Além de tudo, ele também parece com um bichinho de pelúcia com o seu abundante pêlo branquinho. 

Quer saber quais as outras características dessa raça amável? Continue lendo e veja tudo sobre o Samoieda.

De onde veio o Samoieda?

A origem desse doguinho está ligada aos povos samoiedos, do norte da Rússia, que usavam o Samoieda como pastor de renas, cão de guarda e puxador de trenó. 

Esse pet é considerado uma das raças mais puras do mundo, tendo como ancestral direto o lobo cinza, assim como outros cães, como o Husky Siberiano, o Malamute do Alasca e o Chow Chow.

Foi no século 17 que o Samoieda começou a migrar para outras regiões, sendo levado para a Europa por exploradores que visitaram a Sibéria. A partir daí o pet se tornou um companheiro muito comum da nobreza, principalmente na Inglaterra.

Características físicas

O Samoieda é um cachorro de porte médio, com a sua altura chegando ao máximo 56 centímetros e seu peso ficando em torno dos 20kg. 

Por conta de sua ancestralidade, essa raça possui traços de lobos, com um corpo definido e bem peludo, focinho pontudo e orelhas triangulares e eretas. 

Além disso, os seus pêlos têm a cor exclusivamente branca, outra característica herdada pela origem da raça, vinda da Sibéria. Por conta de uma mutação genética, também existem Samoiedas pretos, mas são bem difíceis de encontrar.

Personalidade e temperamento do Samoieda

Muito gentil, o Samoieda é amigável e se apega facilmente aos donos. Mesmo assim, o pet ainda é bastante independente, o que pode torná-lo bastante teimoso durante o adestramento, então comece a treiná-lo o mais cedo possível.

O pet também é agitado e precisa de exercícios regularmente, por isso procure estimulá-lo com passeios e brincadeiras. E fique atento, mesmo sendo bem adaptável, o Samoieda necessita de um lugar com espaço para ele gastar a sua energia.

Esse cão tem facilidade em conviver com outras pessoas e também pets, sendo amigável até mesmo com estranhos, ficando feliz em entrar na brincadeira com todo mundo. 

Cuidados gerais com o Samoieda

Com toda essa pelagem, o dono do Samoieda precisa dar atenção especial a eles. Os pelos devem ser escovados de duas a três vezes por semana, e nas fases de troca esse cuidado se torna diário.

Outros cuidados incluem:

  • Banhos a cada três meses;
  • Tosas regulares;
  • Escovação nos dentes periodicamente.

A saúde desse pet costuma ser resistente, mas ele possui predisposição para doenças como glaucoma, displasia no quadril, hipotireoidismo e diabetes. Por isso, leve o seu doguinho ao veterinário regularmente. 

Gostou de saber essas curiosidades sobre o Samoieda? Continue acompanhando o nosso blog para saber mais sobre ele e as outras fofuras que temos aqui na Animale Petshop

O mês de setembro marca o início de diversas campanhas de conscientização muito importantes, entre elas temos o Setembro Vermelho, em que trabalhamos a prevenção das doenças cardíacas.

Os problemas cardíacos mais comuns entre os pets são a Insuficiência Cardíaca Congestiva, a Doença Valvar Degenerativa, a Cardiomiopatia Dilatada e a Cardiomiopatia Hipertrófica. Para ter um diagnóstico preciso o ideal é procurar o veterinário.

Mas identificar os sintomas é o primeiro passo para reconhecer que o seu pet não está bem e precisa de tratamento. Confira abaixo os principais sinais de doenças cardiovasculares em animais. 

1. Cansaço

Esse é um sinal de alerta bem fácil de reconhecer, principalmente se o seu pet for muito ativo. Caso ele se recuse  a passear, correr ou brincar, será preciso levá-lo ao veterinário para investigar o risco de doenças cardíacas. Ou até mesmo para descobrir se esse cansaço pode ser o resultado de algum outro problema, como os ortopédicos por exemplo.

2. Emagrecimento

Outro sintoma fácil de notar e que até pode ser confundido com outras doenças e males. A perda de peso, principalmente se for repentina, deve ser investigada pelo médico veterinário por ser um sintoma comum de doenças cardíacas.

3. Tosse

A tosse pode ser o produto de muitas doenças provocadas em animais, o ideal é se atentar para tosses crônicas e progressivas, pois elas podem ser o sinal de doenças cardíacas. Como sempre, consulte o veterinário para ter o diagnóstico. 

4. Mucosas arroxeadas

A cianose é um problema que aparece quando o pet apresenta mucosas e língua com coloração roxa, principalmente durante algum esforço. Esse é mais um sinal de alerta para doenças cardíacas.

5. Aumento do volume abdominal

Um sinal bem perceptível é se o pet apresentar acúmulo de líquidos na região do abdômen, ou se surgirem edemas nas patas. Em ambos os casos o indicado é levá-lo ao veterinário imediatamente.

6. Dificuldade respiratória

As doenças cardíacas dificultam o bombeamento sanguíneo, o transporte de oxigênio e a respiração do animal; Por isso, o animal pode demonstrar respiração ofegante mesmo sem esforço físico.

Gostou do nosso artigo? Compartilhe essa informação e ajude na conscientização de outros donos de pet sobre as doenças cardíacas que atacam os animais.

Basta andar de carro ou a pé por pouco tempo para perceber a quantidade de animais que vivem nas ruas. Vítimas de abandono ou por já terem nascido lá, muitos desses bichinhos passam a vida toda à própria sorte e por isso necessitam de um resgate animal.

Existem ONGs e pessoas que se empenham em resgatar esses animais, mas é um trabalho demorado, que exige bastante esforço e dedicação. Por isso, se você deseja contribuir para a causa e ajudar um pet de rua, temos algumas dicas para fazer isso com a maior segurança. Veja quais são!

Ganhe a confiança do pet

O primeiro passo para fazer um resgate animal é ter paciência e se aproximar com cuidados. Muitos desses bichinhos sofrem maus tratos e por isso acabam se assustando com qualquer movimentação estranha.

Uma boa maneira de ganhar a confiança do pet é se aproximar devagar e oferecer alguma comida. Leve pedaços de carne, ou até mesmo ração para atraí-los, assim ele se aproxima por vontade própria.

Assim que ele se sentir mais confortável com você, deixando que o acaricie, então é hora de levá-lo ao veterinário. Caso o pet esteja muito arisco, talvez seja necessário buscar ajuda e, para animais feridos, busque um pano para envolvê-lo e carregá-lo até o médico.

Garanta os primeiros cuidados médicos

Como o pet veio da rua, provavelmente ele nunca teve acesso a cuidados médicos e pode ter sido exposto a doenças ou machucados. Por isso, logo após o resgate animal você deve levar o bichinho até o veterinário mais próximo para fazer os exames necessários.

A avaliação médica serve para identificar doenças, passar exames e receitar medicamentos. Além disso, você também receberá orientações sobre alimentação, castração, vermifugação e vacinação.

Se o veterinário autorizar, a clínica tem como levar o bichinho para tomar banho, receber uma tosa e tirar possíveis nós do pelo dele. Esse procedimento também é útil para identificar problemas de pele no pet.

Encontre um lar para ele

As pessoas que fazem esse processo de resgate animal não necessariamente irão adotar o pet, por isso é importante saber as suas condições e limites para encaminhar o bichinho ao melhor lugar possível.

Você pode optar por entrar em contato com uma ONG para facilitar o processo de adoção, ou falar com conhecidos e amigos para garantir um dono responsável para o bichinho. Nesse meio tempo, procure oferecer todos os cuidados necessários para a boa saúde do pet.

Mas caso deseje, também é possível você mesmo adotar o animal resgatado, apenas tenha certeza de que pode arcar com essa responsabilidade. Verifique com o veterinário todas as necessidades do pet e siga à risca as orientações dele.

Agora é só colocar nossas dicas em prática e ser mais uma mão amiga para o resgate animal. Até a próxima!

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