pug focinho fofo

Você já ouviu falar que dá pra saber como anda a saúde canina só pelo focinho? Bem, essa afirmativa não é lá muito verdadeira. Mas é, sim, possível ter uma noção de algumas coisas que acontecem no organismo do cão por causa de alguns detalhes do focinho dele.

Existem vários fatores que determinam o estado do cachorro. No entanto, o focinho dá alguns sinais que podem ser interpretados pelos tutores. O que significa um focinho seco, úmido demais, com coloração diferente? 

Isso é o que você vai ver neste artigo. Aprenda a interpretar os sinais que o seu amigão dá pelo focinho!

Como funciona o focinho do cachorro?

O nosso nariz faz o ar entrar pelo nosso corpo, filtra as impurezas por meio da mucosa, e leva esse mesmo ar aos pulmões. Depois disso o caminho inverso por meio da expiração. Se é assim com a gente, a função do focinhos dos cães também é a mesma, certo?

A resposta é não. Além da respiração, o focinho canino tem funções completamente diferentes das contempladas em nosso nariz. 

Um exemplo é que os cachorros possuem uma visão delimitada, sendo que alguns não conseguem enxergar em longas distâncias ou até mesmo diferenciar cores. Então para compensar esse sentido, esses animais possuem um olfato super avançado.

Para o desenvolvimento desse super órgão, o focinho dos cães têm basicamente duas funções: a respiração e a detectação de odores por meio do órgão vomeronasal. Essa segunda leva o ar à uma área repleta de células que ajudam na identificação de odores, por exemplo.

Além disso, esse órgão também ajuda os cães a regular sua temperatura corporal. Diferentemente dos seres humanos, os cachorros não suam, e  utilizam do ar que entra pelas narinas para diminuir e aumentar sua temperatura. 

Focinho seco x saúde canina?

cachorro focinho

O focinho seco representa sempre que o cachorro está doente?

Não necessariamente! É verdade que há alguma relação entre um focinho geladinho e úmido e a saúde canina. Mas geralmente os cães costumam ter o focinho assim e isso não significa que um focinho mais quente representa doença.

O que pode ocorrer com o seu cão é ele simplesmente não produzir tanta secreção nasal quanto outros cães. Portanto. o focinho mais seco também não é certeza absoluta de febre canina. Isso é lenda! Esse método de certificar se um cachorro está febril é incerto e impreciso. 

Portanto, o único método de saber a real temperatura de um cão é….? Isso mesmo, verificando sua temperatura corretamente. Embora o focinho úmido e molhadinho seja o mais comum para os cachorros, ele estar seco não representa que a saúde canina está comprometida.

Veja outros casos e o que pode estar acontecendo:

  • Focinho gelado com o animal ofegante – Também não representa nenhuma anormalidade. Mas nesse caso é bem possível que o cachorro esteja ofegante apenas para regular sua temperatura corporal. 
  • Focinho descascando – Se o focinho apresenta descamação de pele, é possível que o cachorro esteja com algum tipo de problema respiratório. Por isso é importante levá-lo ao médico para saber o que está havendo. 
  • Focinho quente – Apesar de não significar necessariamente doença, quando o focinho está quente e o seu cão muito quieto é preciso levá-lo ao médico para fazer exames e detectar algum tipo de problema. 

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Até a próxima!


Você sabe da importância de cuidar da imunidade do cachorro que vive com você?

Assim como o sistema imunológico dos seres humanos, que defendem nosso corpo contra substâncias estranhas e nocivas, o sistema imune dos cães necessita de alguns cuidados para funcionar corretamente. 

Ao fortalecer a imunidade do cachorro, as chances do seu pet contrair uma doença são menores. 

Como posso saber se a imunidade do meu cachorro está baixa? 

Se o seu pet costuma ficar doente frequentemente, esteja constantemente cansado ou abatido ou não costuma mais ficar alegre com atividades como brincar ou passear, existem grandes chances do sistema imunológico estar fraco. 

Mas aqui é importante lembrar da importância de um acompanhamento veterinário na manifestação de sintomas de qualquer doença. 

Para evitar que seu melhor amigo fique mais vulnerável a doenças, fique atento as principais práticas para fortalecer a imunidade dos cães.

Cuidados indispensáveis

Assim como você precisa de cuidados diários, seu pet também precisa! Listamos aqui os principais:

  1. Boa alimentação

Uma boa alimentação é indispensável para o bom funcionamento do organismo e da imunidade do cachorro.

Rações super premium, de acordo com a faixa etária, promovem um desenvolvimento saudável e suprem as necessidades nutricionais do seu pet.

Além da ração, alguns tutores fazem uso de petiscos. Estes devem ser o mais natural possível e de preferência feitos com partes de cartilagem, probióticos e materiais semelhantes.

  1. Vacinação e vermífugo

A principal aliada da imunidade do cachorro são as vacinas e os vermífugos. 

A vacina é responsável por estimular a produção de anticorpos, já o vermífugo protege os animais de doenças causados por vermes. 

Por isso, é essencial manter a caderneta de vacinação em dia!

  1. Banhos periódicos

Seja semanalmente ou de quinze em quinze dias, é importante manter uma rotina de limpeza do seu cachorro. 

Os banhos são responsáveis de manter uma pele limpa e saúdavel de micro-organismos.

  1. Controle de ectoparasitas

Pulgas, carrapatos e mosquitos são considerados vetores de doenças, como a Erliquiose Canina, por isso é imprescindível manter seu pet protegido desses parasitas.

A saúde emocional ligada a imunidade do cachorro

Assim, como a importância dos cuidados físicos é importante também estar atento ao bem estar do animal. 

O enfraquecimento da imunidade do cachorro é influenciado também pela saúde emocional, que está ligada a diversos fatores, como situações de estresse.

Leve seu pet para passear!

Assim como alimentação e banho, passeios periódicos são fundamentais para a saúde física e emocional do seu pet. 

Além de ser uma ótima oportunidade para ter um tempo com ele!

Interação para gastar energia

Se você não tem muito tempo diariamente para passeios ou para outras atividades com o seu cão, uma boa dica é investir em um Day Care Pets, mais conhecidas como creches para cachorros. 

Esses espaços são pensados para que seu animalzinho interaja com outros cachorros e outras pessoas em um espaço seguro e cheio de atividades.

Florais para cachorros

Como em seres humanos, os florais têm inúmeros benefícios para animais.

Diminuir ansiedade, mudança de casa ou saudades do tutor podem ser alguns dos casos em que o uso da medicina natural pode auxiliar o seu melhor amigo.

É importante lembrar que um médico veterinário deve ser consultado antes do uso.

Além de colocar em prática as dicas, é importante observar o comportamento do seu cachorro, para que você saiba identificar quando algo não vai bem. Afinal, diferente de nós, eles não conseguem falar como se sentem.

Seguindo essas práticas, a imunidade do seu melhor amigo vai estar em dia e, assim, ele estará menos propenso a ficar doente. Parágrafo

Gostou do nosso material? Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a gente! A Animale sempre tem um especialista para atender você da melhor forma! 

bulldog frances

Os filhotes de bulldog francês são lindos e amáveis, para ambientes com pouco espaço e com crianças, eles são ideais. E se você deseja conhecer os cuidados necessários para cuidar desse fofo, nós da Animale Pet Shop vamos contar para você os cuidados com a saúde do bulldog francês.

Para cuidar do bulldog francês com zelo, é necessário ter alguns cuidados específicos com a saúde do fofo bulldog, por isso, listamos algumas situações que podem acontecer com o seu filhote. Saiba quais as doenças mais comuns que ele pode adquirir sua prevenção e quando procurar um veterinário.

#cuidado01

O bulldog francês tem o sistema respiratório comprometido e é difícil regular a temperatura, por isso, eles não devem ficar fora de casa por muito tempo, pois necessitam ficar em ambientes frescos e arejados.

#cuidado02

As dobrinhas fofas que todos nós adoramos precisam de atenção e cuidado especial, o ideal é estarem sempre limpas e secas, pois quando úmidas, podem atrair fungos e bactérias;

#cuidado03

Fique atento se seu filhotes balançam demais a cabeça ou coça as orelhas várias vezes ao dia, pelo fato de suas orelhas serem em pé, ele pode ter otite durante o ano;

#cuidado04

O filhote pode adquirir problemas oculares como entrópio, catarata, distriquíase e olho de cereja, se você perceber qualquer irritação, leve-o ao veterinário;

#cuidado 05

O filhote precisa ser escovado com frequência para evitar infecções.

Uma dúvida de quem é tutor é o ronco. O focinho achatado faz com que ele ronque bastante durante o sono, mas isso é normal. Confira mais curiosidades sobre a raça.

Todo filhote deve ser levado ao veterinário, pelo menos, duas vezes ao ano. O banho e a tosa devem ser regulares e manuseados de maneira cautelosa. A secagem é realizada com cuidado, pois as dobras no focinho podem infeccionar e causar alergias.

Ainda está com dúvidas? Veja 5 motivos para ter um Bulldog Francês como companhia!

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A dermatite atópica canina é uma doença genética, a pele é programada para não funcionar normalmente como deveria. Ao invés de ser uma proteção, seus poros são mais abertos, facilitando a entrada de microrganismo ou substâncias irritantes a pele. Acomete geralmente cães adultos.

É muito comum os cães apresentarem doenças de pele (dermatites), assim como os humanos. Porém os cães podem ser alérgicos até a mais coisas ainda do que os humanos. Normalmente os cães tem dermatite e se coçam por dois principais motivos: alergia ou infecção.

Se o cão nasce atópico vai morrer atópico, não tem cura, apenas prevenção e tratamento.

O cão começa a agredir a pele, por ela estar muito seca, isso acaba ativando o sistema inflamatório gerando eritema (vermelhidão).

Depois de tanto se coçar a pele fica hiperqueratosa, pois os melanócitos começam a secretar melanina (da o pigmento na pele) para tentar acabar com a inflamação da pele, fazendo com que ela fique grossa e escura. Depois o próprio animal acaba causando alopecia (perda dos pelos) de tanto se coçar.

O cão atópico tem que tomar medicamento quando está bem, para evitar que tenha crises da doença. As vezes as pessoas acham que é apenas uma coceirinha, mas pode se tornar algo muito grave e de difícil tratamento, se o cão demorar para receber atendimento veterinário.

Cachorro com dermatite canina não deve comer petiscos, deve comer apenas ração e geralmente ração hipoalergênica.

Porque animais atópicos geralmente tem alergia a várias coisas, e não vai adiantar fazer um tratamento para pele, se continuar comendo algo que o faça ter uma reação alérgica.

Para uma animal manifestar uma reação alérgica, não precisa necessariamente ter contato em sua pele, as vias de entradas também podem ser: inalatória, digestória e transdérmica.

DIAGNÓSTICO EM CÃES COM DERMATITE ATÓPICA

* Início dos sinais antes dos 3 anos de idade

* Cão habitante interno de residenciais (não teve um bom contato com antígenos como os cães que ficam na parte externa da casa)

* Prurido (coceiras) responsivo a corticóides (o cão tem coceira, toma corticóide e para a coceira, se parar de dar corticóide volta a coceira)

* Extremidades de membros anteriores lesadas (lambe muito as patas)

* A margem das orelhas não estão lesadas, se tiverem lesadas é mais provável que seja sarna

* Região dorso-lombar não lesadas, se tiver essa região lesada é mais provável que seja DASP (dermatite alérgica a saliva da pulga)

* Fazer exames clínicos complementares para fechar o diagnóstico

Mais de 50% dos casos, os cães com intolerância (alergia) a alguma alimentação não apresentam vômito e diarreia.

É uma doença cara de tratar, geralmente as pessoas usam corticóides que é mais barato, mas o efeito colateral do corticóide é muito grande. Um animal que toma corticóides pode não viver por muito tempo.

TRATAMENTO DE CÃES COM DERMATITE ATÓPICA

A primeira coisa a se fazer é levar a um veterinário, pois ninguém melhor que ele saberá dar corretamente o diagnóstico e também o tratamento.

* Reduzir o prurido do cão

* Retirar cobertas por causa dos ácaros

* Dar antibiótico

* Fazer uma dieta especial com ração hipoalergênica

* Não depositar muito estresse no animal

Mais sobre a saúde do seu animal

Muitas pessoas se enganam quando vão medir a temperatura de um cão. As pessoas se assustam quando vão medir a temperatura e acham que o cachorro está com febre sem que ele realmente esteja, pois não sabem que a temperatura normal de um cachorro saudável varia de 38,5 a 39,5 graus, diferente dos seres humanos.

Se a temperatura do seu cão está acima dos 40 graus, recomendamos que o leve imediatamente ao veterinário, pois isso é sinal de que alguma coisa não vai bem em seu organismo. Ele pode estar com uma infecção ou alguma falha no sistema imunológico.

Sintomas de cachorro com febre

O cão apresenta alguns sinais de que está com febre, como: focinho quente e seco, olhos lacrimejantes ou embaçados, apatia, falta de apetite e nervosismo. Quando a febre é muito alta, o cachorro, assim como as pessoas, pode sofrer tremores.

Como medir a temperatura do cachorro com um termômetro normal

Você vai precisar de um termômetro. Não precisa ser um termômetro específico para cães (embora sejam vendidos, são iguais aos nossos). Compre um termômetro comum para seres humanos e deixe-o reservado para o uso no seu cão.

1. Sacuda o termômetro até o nível do mercúrio ou a temperatura estiverem marcando pelo menos 35 graus.

2. Lubrifique o termômetro com Vaselina ou algum gel lubrificante.

3. Se seu cão for agitado, peça pra alguém segurá-lo pra você. O ideal é que ele esteja deitado para que não haja o risco dele sentar no termômetro.

3. Introduza 1/3 do termômetro no ânus do seu cão.

4. Deixe por 1 a 2 minutos.

5. Cheque a temperatura no termômetro.

6. Não esqueça de limpar o termômetro após o uso.

Termômetros especiais

Existem termômetros especiais que ajudam a medir a temperatura através da orelha do cachorro. É uma forma mais prática – porém mais cara – de saber se seu cachorro está com febre.
Como baixar a temperatura em casa
O ideal é que você leve-o ao veterinário se confirmar que seu cachorro está com febre acima dos 40 graus. Caso queira tentar diminuir a temperatura, veja o que você pode fazer:

– faça seu cachorro beber bastante água. Se ele não aceitar água normal, tente água de coco natural.

– se ele estiver com tremores, cubra-o com uma manta leve, fique ao seu lado o máximo possível para ele se sentir reconfortado.

– um banho quebrado (morno quase frio) pode ajudar a diminuir a temperatura do corpo.

É fundamental praticar exercícios com seu cão de três a quatro vezes por semana. A intensidade e a duração variam de acordo com a raça. Fiquem atentos as dicas!!!

Cachorro no calçadão da praia 

“A principal preocupação é com o calor, pode causar desidratação. É como sair para passear com uma criança, os cuidados são parecidos. Evite os horários de sol forte, entre 11h e 16h. Os cães têm mais dificuldade para transpirar e correm risco de sofrer insolação. É muito importante sair com bastante água para o cão beber. E cuidado com o chão quente. Assim como nós queimamos os pés, o mesmo pode acontecer com as patas dos cães. Há risco de formar bolhas. Muita atenção neste detalhe”.

Filtro solar para cachorro 

“Sim, existem produtos especiais para cães, mas você pode usar o filtro solar comum. Em animais de pele clara, o ideal é passar bloqueador. Nos de pele escura pode usar com fator de proteção (FPS) menor. Não precisa passar o creme sobre os pelos, basta passar nas áreas expostas da pele: no rosto e na ponta das orelhas, região que costuma registrar casos de câncer de pele”.

Se o cachorro se molhar com a água do mar o que fazer?

“É muito importante dar banho no cachorro depois de um mergulho e de exercícios. Muita gente costuma deixar o animal secar naturalmente e, depois, esquece que ele esteve na praia. A água do mar, ao secar, deixa sal que pode ressecar a pele do animal, causando desconforto”.

O carrapato em cães é um parasita artrópode, que pode viver tanto no ambiente quanto na pele do hospedeiro – nossos pets – onde ele se alimenta do sangue deles. Apesar disso o cão não é o único afetado por esse parasita, que pode se tornar um parasita do próprio homem.

O carrapato costuma ficar no ambiente esperando a aproximação de um hospedeiro, andando por sua pele até encontrar um local onde possa se alojar e que o cão não possa alcançar para retirá-lo – normalmente na região da cabeça ou pescoço. Depois de sugar a quantia necessária de sangue, ele costuma se soltar do hospedeiro para continuar o seu ciclo de vida.

Apesar de parecer algo inofensivo – que pode ser comparado com o que um pernilongo faz – os carrapatos em cachorros podem transmitir doenças para os nossos amigos pets. Cada tipo de carrapato pode transmitir uma ou mais doenças, além disso, a ferida no cão pode fazer com que ele fique mais vulnerável a bactérias e vírus e a perda excessiva de sangue pode causar fraqueza e anemia.

Como evitar que carrapatos se aproximem do cão?

O carrapato precisa de ambientes úmidos e quentes para se desenvolver corretamente, portanto entre o começo da primavera e o começo do outono os carrapatos estão mais ativos, podendo causar verdadeiras infestações.

O modo mais fácil de manter o seu cão longe desses parasitas é dedetizar o ambiente com produtos que combatam os carrapatos, além de banhos com produtos específicos combinados com coleiras carrapaticidas, mantendo sempre tudo que seu cão usa limpo.

Para evitar os carrapatos em cães que possuem os pelos mais compridos, é importante que a tosa seja feita regularmente, principalmente no verão. Checar sempre a pelagem do seu pet para verificar se não há nenhum carrapato mais resistente também é um passo muito importante.

Meu cão está infestado, o que eu faço?

Se o seu cão estiver infestado, o primeiro passo é levá-lo até um veterinário, que irá ajudar na remoção dos carrapatos, além de poder realizar exames para verificar a saúde do animal. Em muitos casos a mordida do carrapato pode causar uma paralisia temporária, que pode causar dificuldades para o pet se mover, podendo até puxar um pouco as patas traseiras.

Nos locais onde o carrapato estava, é comum ficar uma pequena saliência, semelhante a uma espinha, mas que precisam ser limpas como um machucado. Após isso, é recomendado que o cão tome banho com produtos carrapaticidas de 15 em 15 dias para evitar uma nova infestação.

Por fim, é muito importante lembrar que carrapatos em cães podem morder e causar doenças em humanos também, portanto se for retirar o carrapato em casa, sempre use luvas e pinças, nunca os dedos. Na dúvida, o aconselhado é buscar a ajuda de um veterinário.

Frequência da vermifugação

Filhotes de cães

Inicie o tratamento na segunda semana após o nascimento; repita na quarta, sexta e oitava semanas de idade e em seguida, determine um tratamento preventivo mensal contra dirofilariose, que também controla os parasitas intestinais. Uma combinação de produtos para vermifugar de combate/preventivo da dirofilariose e parasitas intestinais dado ao longo do ano diminui o risco de parasitas. Se não utilizar este tipo de produtos, vermifugue na segunda, quarta, sexta e oitava semanas de idade e, em seguida, com doses mensais até o sexto mês de idade.

Mães de resguardo pós-parto
Trate cães e gatos assim como os filhotes.

Cães adultos

Se optar pelo tratamento anual de prevenção/combate aos parasitas, peça um exame de fezes de 1 a 2 vezes por ano e trate apropriadamente se necessário. Se não, certifique-se de ter o exame realizado de 2 a 4 vezes ao ano e trate se necessário. Monitore e elimine também os parasitas no ambiente que o animal vive. Segundo veterinários, os animais que vão muito à praia precisam ser vermifugados todo mês, por causa da dirofilariose, o parasita do coração.

Animais recém adquiridos
Vermifugue assim que ganhar/comprar o animal; duas semanas após e daí siga as recomendações acima.

Qual é o melhor remédio de verme?

Depende o que se deseja combater.

* A sugestão é que o dono de cães filhotes, recém comprados/ganhos deve obter o histórico de vermifugação deles e contatar seu veterinário para determinar se é necessário vermifugar adicionalmente.

Filhotes em Fortaleza

Cães idosos: mudanças de comportamento

Os filhotes têm seus problemas de comportamento e os cães mais velhos tem os deles. Para os cães mais velhos, em muitos casos, não é que eles não entendem as ‘regras’, mas que eles podem, por muitas razões, não serem capaz de segui-las. Um cachorro é considerado idoso a partir de 7 anos em média.
 
 

A ansiedade da separação

 
Ansiedade de separação é um dos problemas de comportamento mais comuns em cães mais velhos. Um cachorro que tem ansiedade de separação vai ficar muito ansioso quando ele sente que o seu dono está prestes a sair. Quando o proprietário deixa o cão muitas vezes, este torna-se destrutivo, pode urinar ou defecar e podem salivar muito. Um cão com ansiedade de separação, costuma ficar muito contente quando seu proprietário retorna.
 
Cães mais velhos podem ter uma diminuição da capacidade de lidar com mudanças na rotina. Visão ou perda da audição pode torná-los mais ansiosos, no geral, mas especialmente quando eles são separados do dono. Alterações neurológicas também podem limitar a capacidade de um cachorro mais velho para ajustar-se a mudança.

Agressividade

 
Cães mais velhos podem se tornar agressivos por várias razões. Agressão pode ser o resultado de um problema médico, como algo causando dor (artrite ou doença dental), visão ou perda de audição, o que resulta no cão sendo facilmente assustado, a falta de mobilidade de modo que o cão não pode retirar -se do estímulo irritante (por exemplo, um filhote de cachorro detestável), ou doenças que têm efeitos diretos sobre o sistema nervoso, como a disfunção cognitiva (veja abaixo). Modifica o movimento, um novo membro da família, ou um novo animal de estimação pode fazer um cão mais velho mais irritável e mais propensos a ser agressivo. Em uma casa com mais de um cachorro, um cão mais velho que era o cão “dominante” no passado, pode encontrar a sua autoridade ser desafiada por cães mais jovens da família.

Fobia de ruídos

 
Alguns cães idosos tornam-se excessivamente sensível ao ruído. Poderia pensar que o contrário aconteceria uma vez que muitos cães mais velhos vai adquirir alguma perda auditiva. Disfunção cognitiva, imobilidade resultando em uma incapacidade do cão para retirar-se da fonte do ruído, e a diminuição da capacidade de um cão mais velho para gerenciar o estresse podem ser fatores que contribuem para a fobia de ruído.
  
O tratamento de fobias de ruído pode incluir medicação, a dessensibilizarão e treinamento condicional.

Agitação noturna: alterações nos padrões de sono.

• O cão pode se perder em seu próprio quintal, ou ficar preso em cantos ou atrás de móveis.
• Sonolência e estar acordado toda a noite ou uma mudança nos padrões de sono.
• Perda das habilidades de treinamento.
• Um cão anteriormente treinado pode não se lembrar e pode urinar ou defecar, onde ele normalmente não faria.
• Nível de atividade diminuído.
• Perda de atenção ou ficar olhando para o espaço.
• Não reconhecer os amigos ou familiares.

Resumo

 
Muitas das mudanças de comportamento que vemos em cães mais velhos pode ser devido a condições médicas. Se o comportamento do seu cão está mudando, já que seu cão examinado por um veterinário. Seu cão mais velho é mais facilmente estressados, por isso tentar reduzir o stress, fazendo as alterações necessárias na rotina gradual, e diminuir a exposição do seu cão a estressores. Com paciência, compreensão e tratamentos recomendados pelo seu veterinário, você pode ajudar a fazer anos mais velho do seu cão um tempo de qualidade para você e ele.

Quer saber mais sobre cachorros? Acesse:

Temperamento do husky
 

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